terça-feira, 30 de março de 2010

A história da verdadeira cruz



A história da verdadeira cruz é longa e complicada: começa com um rebento de árvore da graça no Éden, passa através da ponte do Rei Salomão para Jerusalém, até a seleção desse antigo madeiro para a crucifixão de Cristo.

A tradição considera que após a crucifixão a cruz foi escondida.

A cruz de Cristo foi descoberta por Santa Helena, a mãe de Constantino, que fez uma peregrinação a Jerusalém em 326, aos 80 anos. Seu espírito indomável, assim como suas extraordinárias aventuras, tomam sua mais encantadora forma literária no livrinho de Evelyn Waugh, «HHelena».

Parte da cruz permaneceu em Jerusalém, na Igreja do Santo Sepulcro, que foi dedicada em 14 de setembro de 335. Esta data se converteria na festa da Exaltação.

Parece ser que a relíquia viajou pelo mundo inteiro. Foram enviados fragmentos às novas igrejas de Constantino em Constantinopla, enquanto outros pedaços ficaram na Igreja da Santa Cruz de Roma, construída por Santa Helena em sua própria terra.

A devoção à cruz se estendeu tão rapidamente que, antes do final do século IV, escreveu-se o hino «Flecte genu lignumque Crucis venerabile adora» e São João Crisóstomo nos diz que os fragmentos da cruz eram venerados no mundo inteiro.

Contudo, curiosamente, a Exaltação da Cruz não só celebra o redescobrimento da verdadeira cruz; também comemora um evento em um dos momentos mais turbulentos da história cristã.

Em 615, às vésperas do surgimento do Islã, o exército persa avançava por todo o Mediterrâneo. O rei Cosroes da Pérsia, ainda que tenha deixado o sepulcro de Cristo intacto, levou o fragmento da cruz que Santa Helena havia deixado lá.

Constituindo-se em um deus, o rei Cosroes construiu um trono em uma alta torre e se sentou nele com a cruz à sua direita, denominando-se como «o pai».

O imperador bizantino Heráclio desafiou Cosroes a um combate para recuperar a cruz. Vitorioso, Heráclio devolveu o preciso relicário a Jerusalém. Havia pensado fazer entrar o relicário na cidade pela mesma porta pela qual Cristo entrou antes de sua crucificação, mas uma demolição bloqueou sua passagem.

Dado que Cristo havia passado através dessa porta humildemente sobre um burro antes de ser morto, Heráclio tirou a coroa, jóias e sapatos, e vestido apenas com a túnica, carregou o relicário nos ombros. Em 14 de setembro de 630, a cruz foi restituída a Jerusalém como exemplo de humildade para todo o povo.

Esta história épica capturou a imaginação de numerosos artistas, especialmente no Renascimento, quando a arte se dedicou a narrar os grandes eventos históricos.

Antoniazzo Romano descobriu o acontecimento com as cores brilhantes de um manuscrito iluminado na abside da Igreja da Santa Cruz, enquanto Piero della Francesca, trabalhando na mais afastada cidade de Arezzo, de 1452 a 1463, transmitiu a majestade desta história em um dos ciclos de frescos mais importantes do século XV.

Na basílica de São Francisco, Piero conta a história com simplicidade e com um mínimo de detalhes decorativos, mas com potente monumentalidade. Em uma das primeiras cenas noturnas da arte italiana, «O Senhor de Constantino», o imperador dorme em sua barraca e sonha com a cruz na véspera da Batalha da Ponte Mílvio. Um impressionante anjo irrompe na cena enquanto a luz embutida do pintor representa o milagre da conversão de Constantino.

A «Exaltação da Cruz» de Piero della Francesca, apesar da perda da figura de Heráclio, expressa a paz, a calma a ordem que a restituição da cruz trouxe, uma mensagem oportuna neste tempo de guerras contínuas.

Estas imagens refletem a dignidade dada à cruz por artistas, cidadãos e governantes.

Com o passar dos anos, a cruz foi atacada por muitos. Voltaire ensinou o mundo a ridicularizar a cruz quando, em «O Dicionário Filosófico», escreveu na parte «Superstição»: «São aqueles pedaços da verdadeira cruz, que bastariam para construir uma nave de cem canhões, são as muitas relíquias reconhecidas como falsas, são os falsos milagres, assim como muitos monumentos de uma piedade iluminada?».

Para dar uma resposta à era científica, formou-se no século XVII um grupo de jesuítas da Bélgica, os Bolandistas. Estudaram as evidências que tinham a ver com os milagres, relíquias e vidas de santos. Citam um estudo que pesava e media todas as relíquias conhecidas e chegaram à conclusão de que os pedaços existentes não bastarim para fazer nem sequer uma só cruz.

Esta festa, com freqüência ignorada, serviu durante muito tempo para recordar à comunidade cristã que o significado de nossa redenção deveria ser levar a luz ao nosso mundo, vidas e corações de todos os tempos, e que deveríamos refleti-la com o mesmo valor, humildade e determinação que Jesus mostrou durante sua paixão.

No mundo de hoje, onde a cultura pop ri da cruz e os políticos a negam, esta festa impulsiona os cristãos a celebrarem o heróico sacrifício de Cristo e não a envergonhar-se dele.






O Sudário Abriga polens de plantas que só existem na região de Jerusalém e cuja data é anterior ao século 8 d.C. A informação foi divulgada pelo botânico Avinoam Danin, da Universidade Hebraica de Jerusalém. A informação derruba definitivamente a tese de que o Sudário seria uma falsificação produzida na Europa durante a Idade Média. O Sudário é uma peça de linho (lençol), que foi utilizado para envolver o corpo de Jesus Cristo após sua crucificação, antes que este tenha sido levado ao Santo Sepulcro. Mede 4 metros e 36 centímetros de comprimento por 1 metro e 10 centímetros de largura. Encontra-se hoje na cidade de Turim, na Itália.
No tecido encontramos manchas de sangue humano, com as marcas do flagelo e suplício sofridos por Jesus de Nazaré. Este pano é a prova maior da existência de Cristo e do que este sofreu.Quantos fatos já foram comprovados pela ciência? Quantas vezes essa ferramenta foi capaz de desvendar mistérios que pareciam estar fadados ao esquecimento? A ciência, no caso do Santo Sudário, foi fundamental. Não só para que se pudesse comprovar a autenticidade do mesmo, mas também para que se pudesse estudar mais detalhadamente as Chagas de Cristo e os detalhes de sua morte. Os fatos relatados nesta seção foram possíveis de serem descritos a partir da contemplação da foto do Santo Linho e da aplicação de conhecimentos médicos em anatomia. A informação é puramente científica! Prepare-se para descobrir detalhes sensacionais sobre a "Paixão de Cristo".

A partir dos estudos da Mortalha, ficou possível esclarecer com exatidão quais foram os tipos de torturas sofridas por Jesus, e que marcas estas deixaram em seu corpo.
Este estudo é totalmente científico e técnico, e busca compreender até que ponto um ser humano pode suportar a dor e o sofrimento agonizante, até por fim, deixar que o último suspiro de vida se vá. Destacamos aqui cinco das principais marcas, cujo relato completo é minuciosamente descrito no livro:“Feridas de Jesus”.


A Crucificação segundo o cirurgião Jesus apanhou com um instrumento denominado "flagrum", de origem romana. Este instrumento é bastante semelhante a um chicote de três tiras, que possuem em cada extremidade duas bolinhas de chumbo.Recebeu mais de cem chicotadas, mesmo sendo a lei limitada a trinta e nove apenas. Esta agressão foi feita antes de Jesus ser encaminhado para a cruz, e deixou cortes profundos por todo o seu corpo. A flageração foi tão brutal que, por si só, teria matado uma pessoa mais frágil. Foram contados de 90 a 120 ferimentos causados pelo açoite.

A forma das feridas corresponde às produzidas pelo flagrum, o chicote Romano. A coroa feita com uma planta tipo "Zizifus Spina", da família das ramináceas, foi colocada na cabeça de Jesus e enterrada por pauladas. Mais de 70 espinhos perfuraram a cabeça de Jesus, provocando sérios sangramentos e hematomas. A coroa não era uma simples tiara, mas um artefato que cobria a cabeça toda.

O soldado que a urdiu deve ter usado seu próprio capacete como molde. Jesus carregou, sobre os ombros, o Patíbulo (tronco horizontal da Cruz).
No Calvário, deitaram-no no chão sobre a madeira e o pregaram com cravos nas mãos. Estes perfuraram o carpo, uma das três partes que compõem a mão, penetrando no espaço de “Destot”. Não houve fratura de nenhum osso. O patíbulo provocou grandes hematomas nas costas de Jesus. E quedas ao longo do percurso machucaram seus joelhos e rosto.

A rótula esquerda e o nariz apresentam contusões graves – com a provável separação da cartilagem nasal. A perfuração do cravo ocorreu na região do carpo. Provocou semiparalisia das mãos, oponência do polegar e lesão do nervo mediano. Não foram fixados no meio das mãos, como se pensa..
Mas numa parte do pulso conhecida pelos anatomistas como “espaço de Destot”. Se o transpassamento tivesse ocorrido no meio das mãos, estas teriam rasgado com o peso do corpo. Ao passo que, no “espaço de Destot” a introdução dos pregos assegurava uma fixação firme à cruz.

A perfuração dos pulsos seccionou os nervos medianos, provocando a retração dos
polegares. Estes estão dobrados para o interior das mãos na figura do Sudário. Um único cravo de 18 centímetros perfurou os dois pés de Jesus e atingiu a madeira, chamada de Stipes (tronco vertical da cruz). Jesus no Santo Sudário mostra, pela rigidez cadavérica, um pé sobre o outro. O cravo passou entre o segundo e o terceiro metatarso.

A Morte na cruz era causada por lente asfixia, provocada pela posição dos braços. A imagem do Sudário mostra que Jesus se ergueu várias vezes para tomar ar. Visando acelerar a morte, era costume quebrar as pernas dos condenados, impedindo tal movimentação. Isso não ocorreu neste caso – o que concorda com o relato dos Evangelhos, segundo os quais nenhum de seus ossos foi quebrado.


Após Jesus Ter morrido, um soldado, no intuito de certificar-se do fato, desferiu um golpe de lança, que traspassou-lhe o lado direito do corpo, atingindo o coração.A lança perfurou vários órgãos, deixando uma ferida de aproximadamente 5 cm na
pele de Jesus. O Sudário mostra que a estocada da lança produziu um forte jato de hemácias (a parte vermelha do sangue), seguido de um fluxo de plasma (a parte clara) – prova de que grande quantidade de sangue se acumulou e decantou no pericárdio. Isso converge com o texto Bíblico, que fala num jorro de “sangue e água”.(Jo 19,31-34).


A decomposição da Cruz também ficou registrada no pano de linho. Nas manchas de sangue existentes na região dos pés, percebe-se nitidamente as marcas dos dedos das mãos de uma das pessoas que sustentou Jesus na descida do patíbulo. Seriam os dedos do Apóstolo João?


Humor é herança transmitida pelos pais


Assim como a cor dos olhos ou a estatura, o humor é uma herança transmitida pelos pais, o que explica a existência de famílias compostas por parentes animados e bem-humorados e outras famílias marcadamente tediosas.

Mas o estado de espírito não depende só dessa influência imutável, que é a genética. Também está relacionado à educação recebida na infância. Pais que vivem reclamando de tudo e acham que nada dará certo, por exemplo, transmitem esse humor aos filhos. "Inconscientemente, ensinam as crianças a reagir dessa forma. Um erro que pode levar anos para ser reparado", diz o professor de psicologia experimental da USP Ailton Amélio da Silva.

Por fim, há a influência da percepção de cada pessoa. Receber uma fechada no trânsito deixa qualquer um mal-humorado, mas há quem faça disso um drama que se estende pelo resto do dia, enquanto outros dão menos importância ao incidente, e a irritação se dissipa em questão de minutos. "A rabugice depende muito do momento de vida de cada um, do estado psicológico da pessoa", complementa Nardi.

O fato é que as pessoas podem e devem perseguir o bom humor. A ciência já provou que os mal-humorados têm mais problemas de saúde, como quedas no sistema imunológico, hipertensão e propensão maior a desenvolver doenças. O cortisol, hormônio liberado em momentos estressantes, é o responsável pelo estrago. Tanto é que o mal-humorado --seja portador de distimia ou apenas um nervosinho controlável-- está sempre reclamando de dores pelo corpo, como enxaqueca e problemas de estômago. Por trás das queixas estão o estresse e suas conseqüências.

E driblar o mau humor ocasional, e não o crônico, doentio, não é tão difícil (leia, ao lado, algumas medidas certeiras). Uma pesquisa da Universidade de Ohio, nos Estados Unidos, comprovou algo que já se desconfiava: cheiros agradáveis costumam melhorar o humor das pessoas.

Ajuda saber também que o mau humor é contagioso. Após acompanhar a vida de 60 casais, pesquisadores da Universidade Northwestern, em Ilinois (EUA), concluíram que um temperamento único domina as duas pessoas em um relacionamento. Se um dos parceiros for do tipo irritadiço, esse modo de ser acaba virando um traço da personalidade do casal. "Não podemos explicar como esse contágio acontece, mas o fato é que o mau humor tem efeito cascata. É, em geral, contagioso. No ambiente de trabalho, ele parece dominar, basta uma pessoa se descontrolar", diz a psicóloga Mariângela Savoia, do HC.

Já a crença de que, com a idade, o humor muda para pior é falsa. Os estudos provam o contrário: com a maturidade, o mau humor não só se abranda como pode até desaparecer.

Estado de espírito também é uma questão cultural. O psicólogo Richard Weisman, da Universidade de Hertfordshire (Reino Unido), provou a tese em um estudo. Ele disponibilizou um site para descobrir a melhor piada do mundo. Recebeu mais de dois milhões de diferentes países.

Adivinhe quem ganhou a brincadeira. Um inglês. E o pesquisador chegou à conclusão de que o senso de humor varia geograficamente --e muito. Para entender por que, veja a piada vencedora: dois caçadores estão na floresta e, de repente, um se sente muito mal e cai. Sua respiração pára e ele fica pálido. O outro liga imediatamente para o hospital e pergunta o que fazer. O médico atendente informa que, primeiro, é preciso ter certeza de que o amigo está mesmo morto. O doutor, após um silêncio, ouve o som de um tiro, e o homem volta ao telefone dizendo: "OK, agora tenho certeza de que ele está morto. E agora, o que faço?". Provavelmente a piada não faria sucesso aqui.

Valer-se de bom humor em época de desemprego também rende frutos, especialmente durante a entrevista de trabalho. "Quem tem humor mostra que é capaz de ver uma situação de vários ângulos. Também é sinal de segurança. Só não vale exagerar", diz a psicóloga Vera Rita de Mello Ferreira, que dá consultoria na área de recolocação profissional.

No jogo da sedução, o bom humor também entra em cena. É a exigência número um das pessoas na hora de escolher a cara-metade, segundo uma pesquisa feita pelo instituto Ipsos em dez países: Brasil, Canadá, Estados Unidos, China, França, Alemanha, Inglaterra, Rússia, Índia e Japão.

"As pessoas não imaginam o efeito que o bom humor tem no sucesso de um relacionamento. O pesquisador americano John Gottman costuma dizer que é preciso sempre procurar nas relações cinco coisas boas para uma ruim, e o bom humor certamente está na lista dos benefícios", diz o psicólogo Ailton Amélio da Silva.



Veja quais são os sinais do mau humor crônico


Apetite: a pessoa alimenta-se pouco e sem prazer ou come com muita ansiedade

Desinteresse: tudo é feito por obrigação, nada gera prazer. Em geral, a pessoa tem uma dificuldade muito grande para finalizar projetos

Distúrbios do sono: a pessoa pode tanto dormir demais como ter insônia. Acorda à noite com freqüência e costuma madrugar

Fadiga crônica: o cansaço é predominante e a realização das atividades leva mais tempo que o necessário devido também à insatisfação

Irritabilidade: esse estado é constante e pode chegar à agressividade

Isolamento: preferência pela solidão com o objetivo de não se irritar com os outros

Pessimismo: é incapaz de enxergar o lado positivo da forma de ser dos outros ou das situações, o que leva a pessoa a manter-se cabisbaixa, com ar deprimido

Tristeza: o sentimento de infelicidade domina quase todo o tempo do sujeito

Mau humor pode ser doença --e grave


Mau humor crônico é doença e exige tratamento


Mau humor pode ser doença --e grave! Um transtorno mental que se manifesta por meio de uma rabugice que parece eterna. Lembra muito o estado de espírito do Hardy Har Har, a hiena de desenho animado famosa por viver resmungando "Oh dia, oh céu, oh vida, oh azar".

Distimia é o nome dessa doença. Reconhecida pela medicina nos anos 80, é uma forma crônica de depressão, com sintomas mais leves. "Enquanto a pessoa com depressão grave fica paralisada, quem tem distimia continua tocando a vida, mas está sempre reclamando", diz o psiquiatra Márcio Bernik, coordenador do Ambulatório de Ansiedade do Hospital das Clínicas (HC).

O distímico só enxerga o lado negativo do mundo e não sente prazer em nada. A diferença entre ele e o resto dos mal-humorados é que os últimos reclamam de um problema, mas param diante da resolução. O distímico reclama até se ganha na loteria. "Não fica feliz, porque começa a pensar em coisas negativas, como ser alvo de assalto ou de seqüestro", diz o psiquiatra Antônio Egídio Nardi, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Se você conhece alguém assim, abra os olhos da pessoa, porque raramente o distímico pede ajuda. Ele não se enxerga. "Para a maioria dos pacientes, o mau humor constante é um traço de sua personalidade. A desculpa pela rabugice recai sempre no ambiente ao seu redor, o que inclui o tempo, o chefe ou a sogra, por exemplo", diz Nardi.

O bancário João (nome fictício), 40, diagnosticado oito anos atrás, confirma: "Eu achava que era algo que vinha desde a infância, que fazia parte da minha educação. Quando o médico disse o que eu tinha, foi como tirar um peso das costas".

Dele e da mulher também, a secretária Helena (nome fictício). "Ele sempre arranjava algum motivo para reclamar. A torneira da cozinha quebrava, e ele via aquilo como se fosse o fim do mundo. Eu vivia em tensão. Fazia de tudo para poupá-lo do dia-a-dia, mesmo assim ele encontrava algo para reclamar", conta ela. A situação piorou quando a intolerância passou a mirar os filhos. "Fomos procurar ajuda, mas demorou anos para alguém acertar o diagnóstico."

Esse transtorno mental atinge, pelo menos, 180 milhões de pessoas no mundo, que, quando não tratadas, tendem a se isolar. "Levantar da cama era um martírio. No chuveiro, já começava a me angustiar. Pensava nas horas em que ia ficar na marginal, no papo monótono dos colegas de trabalho e no dia que vinha pela frente, cheio de decepções. Nada tinha graça", conta a executiva Fernanda (nome fictício), 37.
A doença não deve ser subestimada, pois o portador corre um risco 30% maior de desenvolver quadros depressivos graves. "Sem contar que também pode levar as pessoas ao consumo de álcool ou outras drogas, pois elas se iludem achando que assim acabam com a irritação", alerta Nardi.

O mau humor é herdado e, em geral, manifesta-se na adolescência, desencadeado por um acontecimento marcante. Porém, como essa fase da vida já é, de modo geral, conturbada, há dificuldade de identificar a doença.

Aliás, quem tem distimia costuma procurar ajuda só quando ela já evoluiu para um quadro depressivo grave. "O desconhecimento prevalece nos primeiros anos. Essas pessoas aprendem a funcionar irritadas. Acham que, por ser um traço de personalidade, o problema é imutável. Um erro freqüente", alerta Bernik.

Foi o caso de Maria Lucia (nome fictício), funcionária pública, que descobriu a distimia quando foi procurar ajuda psiquiátrica, há três anos. "Eu pensava que era depressão, não sabia da existência do transtorno. Sempre desconfiei do meu comportamento. Era conhecida por dar shows de mau humor, falar alto, ofender as pessoas; meu marido tinha até medo de mim", diz ela.

Maria, 53, tem certeza de que a sua doença é de família. "Minha mãe e minhas irmãs têm o mesmo problema. Recentemente, conversando com seus maridos, cheguei à conclusão de que a impaciência é uma característica familiar. Minha irmã caçula, aliás, já está procurando ajuda", conta.

O mau humor patológico não precisa ser eterno. "Poucos sabem que a distimia pode ser tratada com a ajuda de medicamentos antidepressivos associados à terapia, cuja base é a psicologia cognitiva", diz o psiquiatra José Alberto Del Porto, da Unifesp.

Segundo a psicóloga Mariângela Gentil Savoia, que atende distímicos no HC, a terapia leva o paciente a vivenciar suas aflições. "O objetivo é ensinar uma nova forma de pensamento. Se ele não suporta sair de casa, sintoma comum na distimia, forçamos os passeios. A idéia é que ele aprenda a sentir prazer novamente", diz Savoia.

Já as causas, como ocorre na depressão, estão em um possível desequilíbrio químico que envolve uma série de neurotransmissores em regiões do cérebro que comandam o humor, como o sistema límbico, o hipotálamo e o lobo frontal. "Daí a eficácia dos antidepressivos, cuja função é restabelecer esse equilíbrio químico", diz o psiquiatra Diogo Lara, da PUC-RS.

Para certificar-se de que a rabugice é mesmo patológica, os sintomas devem persistir por, no mínimo, dois anos. Se a pessoa for mulher, as chances de haver distimia dobram --a variação hormonal do organismo feminino explica a desvantagem.

E, se o mau humor patológico tem remédio, o mau humor "natural" também. Vários fatores interferem no humor. O cheiro, por exemplo, que é capaz de abrir o sorriso no rosto de um trombudo. E mais: ao contrário do que se pensa, o humor

quarta-feira, 10 de março de 2010

FICAI UNIDOS


Era uma vez um pai que tinha sete filhos. Quando estava para morrer, chamou-os todos sete, e disse-lhes assim:
-Filhos, já sei que não posso durar muito; mas antes de morrer, quero que cada um de vós me vá buscar um vime seco e mo traga aqui.
- Eu também? – Perguntou o mais pequeno, que tinha só quatro anos. O mais velho tinha vinte e cinco e era um rapaz muito reforçado e o mais valente da freguesia.
- Tu também - respondeu o pai ao mais pequeno.
Saíram os sete; e daí a pouco tornaram a voltar, trazendo cada um seu vime seco.
O pai pegou no vime que trouxe o filho mais velho e entregou-o ao mais novinho, dizendo-lhe: - Parte esse vime.
O pequeno partiu o vime, e não lhe custou nada a partir.
Depois, o pai entregou outro ao mesmo filho mais novo e disse-lhe: - Agora parte também esse..
O pequeno partiu-o; e partiu, um a um, todos os outros, que o pai lhe foi entregando, e não lhe custou nada parti-los todos. Partindo o último, o pai disse outra vez aos filhos:
-Agora ide procurar outro vime e trazei-mo.

Os filhos tornaram a sair e daí a pouco estavam outra vez ao pé do pai, cada um com o seu vime.
- Agora dai-mos cá - disse o pai.
E dos vimes todos fez um feixe, atando-os com um vincelho.
E, voltando-se para o filho mais velho, disse-lhe assim: - Toma este feixe! Parte-o!
O filho empregou quanta força tinha, mas não foi capaz de partir o feixe.
- Não podes? - perguntou ele ao filho.
-Não, meu pai, não posso.
-E algum de vós é capaz de o partir? Experimentai.

Não foi nenhum capaz de o partir, nem dois juntos, nem três, nem todos juntos.
O pai disse-lhes então:
-Meus filhos, o mais pequenino de vós partiu, sem lhe custar nada, todos os vimes, enquanto os partiu um por um; e o mais velho de vós não pode parti-los todos juntos; nem vós, todos juntos, fostes capazes de partir o feixe. Pois bem, lembrai-vos disto e do que vos vou dizer: enquanto vós todos estiverdes unidos, como irmãos que sois, ninguém zombará de vós, nem vos fará mal, ou vencerá. Mas logo que vos separeis, ou reine entre vós a desunião, facilmente sereis vencidos.
Acabou de dizer isto e morreu – e os filhos foram muito felizes, porque viveram sempre em boa irmandade ajudando-se sempre uns aos outros; e como não houve forças que os desunissem, também nunca houve forças que os vencessem”.

sexta-feira, 5 de março de 2010

Existem muitas pessoas que estão despreocupadas com a vida,


Existem muitas pessoas que estão despreocupadas com a vida, porque não matam, não roubam, e pensam que vão conquistar a salvação, por ser uma pessoa boa. A bíblia fala que por menor que seje o pecado, se não nos arrependermos teremos o mesmo julgamento dos que cometem pecados grandes. “Respondeu-lhes Jesus: Pensais vós que esses foram maiores pecadores do que todos os galileus, por terem padecido tais coisas? Não, eu vos digo; antes, se não vos arrependerdes, todos de igual modo perecereis. Ou pensais que aqueles dezoito, sobre os quais caiu à torre de Siloé e os matou, foram mais culpados do que todos os outros habitantes de Jerusalém? (Lucas 13:2; 3; 4).
Estaria sendo Deus injusto, em dar o mesmo julgamento, sendo que existem pecados pequenos e grandes? Deus está tratando todos por igual. A palavra diz que se não nos arrependermos de nossos pecados seremos condenados; não importando o tamanho do pecado, temos que nos arrependermos, se quisermos a salvação. Não importa se é um ódio que sentimos por uma pessoa, ou se matamos ou roubamos; seremos condenados nos três casos, não pelo tamanho do erro mas por não ter existido arrependimento. Essa passagem bíblia destrói a tese de que todas as pessoas boas vão para o céu. Conquistamos a salvação pela fé. Mais não é uma fé de crê que vai para o céu e ir não. Se fosse era só todos crê e pronto.
A fé sem obras é morta. Então tem que existir uma ação em cima da fé. Traduzindo, temos que nos arrepender de todos os nossos erros e seguirmos a Jesus. E assumindo o nome de Jesus estaremos conquistando nossa salvação eterna. Desde de criança somos educados que vamos para o céu, pois ninguém quer ir para o inferno. E devido crescermos com essa educação acabamos acreditando que vamos mesmo para o céu. Mais a palavra de Deus tem mostrado que é preciso muito mais do que imaginamos para conquistarmos uma vida eterna. Existem também pessoas que acham que só é dizer que aceitou Jesus na frente de todos e já estão salvos automaticamente, sem mover um dedo! A prova de fogo virá e se essa pessoa não suportar, ou quiser insistir no pecado; infelizmente não conquistará sua salvação. Existem muitas pessoas que não estão levando Deus a sério, vão para a igreja, mas não querem largar o erro. E o triste é que pensam que vão se salvar, só pelo fato de serem evangélicos. Religião não salva ninguém!! Podemos enganar toda igreja mostrando ser o que não somos, mas nunca enganaremos a Deus, porque Ele conhece nosso coração. Vamos nos arrepender também dos erros pequenos, aqueles que ninguém nota os que conseguimos esconder. Pois esses errinhos podem roubar nossa salvação.

Dijandira

quarta-feira, 3 de março de 2010

SIMÃO, SIMÃO, EIS QUE SATANÁS VOS RECLAMOU PARA VOS PENEIRAR COMO TRIGO!" (Lc 22:31)


SIMÃO, SIMÃO, EIS QUE SATANÁS VOS RECLAMOU PARA VOS PENEIRAR COMO TRIGO!" (Lc 22:31)

Há algumas semanas, notei, que muitas pessoas, inclusive eu estávamos sendo literalmente provadas. Estávamos sendo sacudidas e abaladas em nossas estruturas. Nos alicerces. Porém, o que mais me chamou atenção, foi o versículo acima, dado durante uma leitura. O que fazer quando estamos sendo peneirados? Quando somos assolados por lutas, provas, adversidades? Quando satanás nos reclama para nos moer? Assim como foi com Jó, com Pedro?

A primeria coisa que temos que saber é aonde estamos fundamentados. Aonde empregamos nossa fé. Nossa esperança. Será que possuímos uma revelação apenas mental de Jesus?
Inúmeras razões abrem a porta para sermos peneirados. Desde pecado até forja. Mas, uma vez dentro da fornalha, como sair?
Quero compartilhar com vcs, como tenho absorvido e enfrentado a peneira.
E o mais importante ponto de partida é:

CONHECER JESUS NÃO APENAS PELA PREGAÇÃO E O ENTENDIMENTO MENTAL DE QUEM ELE É, MAS, ATRAVÉS DE EXPERIÊNCIAS PESSOAIS E SOBRENATURAIS COM ELE.

precisamos conhecer a Palavra, entender e aplicá-la em nossas vidas. Mas, tão importante quanto é conhecer o Deus que a escreveu. Não podemos invalidar um em função do outro. Não podemos apenas sermos amadurecidos na letra e não no espírito. Temos que crescer em ambos. Porque não somos apenas mente, mas, espírito. Temos emoções que precisam estar submetidas a ação do Espírito. Não vice-versa. Se sua alma(emoções) te controlam, vc tem vivido o inverso de um princípio biblico. Uma pessoa almática, é levada por todo vento de doutrina, por todo arrepio que sente.
Quando a peneira vier, vc precisará de uma revelação pessoal dada por Deus a vc de si mesmo. Assim foi com Pedro. Pedro recebera do Alto a revelação de quem Jesus era. Que Ele era o Filho de Deus. Ele havia experimentado o sobrenatural diversas vezes. Foi ele quem andou sobre as águas.
Conhecer intimamente a Cristo fará toda diferença!!!!

JAMAIS TENTE SUPORTAR O DESERTO, CONFIANDO EM SI MESMO!

todo egocentrismo, toda motivação errada, toda autoconfiança são bases fracas e instáveis. Se vc confiar em si mesmo e seu conhecimento racioanal para resistir a peneira, infelizmente, vc desfalecerá na fé.
Digo isso porque, o que nos manterá firmes, é trazer a lembrança o que nos dá esperança (Lm 3:21)
O que te fará suportar a peneira, são as promessas de Deus para você. As revelações Dele para sua vida. Os projetos que Ele tem para você. Vc precisará mais do que imagina, se agarrar as experiências maravilhosas que teve enquanto o adorava. As vezes em que Ele te usou para curar, para ministrar vidas, pra trazer liberdade aos que estão cativos. Vc precisará manter viva na lembrança que Ele é o Filho de Deus. Isso é revelado de DEntro para Fora. Não o inverso. Uma pregação pode lhe fazer entender Jesus e aceitá-lo, mas, serví-lo e obedecê-lo exigirá entrega, dependência, e fé. A Palavra de Deus REVELADA é o alicerce que construímos nossa vida. Viver baseado no que os outros vivem ou pregam é construir sobre a areia.
Muitas questões a Bíblia não nos responde. Por exemplo: se devemos mudar de emprego ou não? Qual igreja vc deve congregar? Qual o teu chamado? Essas respostas Jesus revela a você. O Espírito Santo te direciona. Precisamos da Palavra Revelada para suportar a peneira.

ome muito cuidado ao fazer chorar uma Mulher... pois Deus conta as suas lágrimas!


sto está escrito no Talmud Hebreu, Livro onde se recopilam os ditados dos rabinos, através dos tempos ……..
E termina dizendo:

Tome muito cuidado ao fazer chorar uma Mulher... pois Deus conta as suas lágrimas!

A Mulher saiu da costela do homem.
Não dos pés para ser pisoteada.
Nem da cabeça para ser superior.
Mas do seu lado..., para ser igual.

Debaixo do braço, para ser protegida,
E ao lado do coração, para ser Amada